Mais conhecido como carboxiterapia, o método foi apresentado no "Meeting Anual de Procedimentos Estéticos", no último fim de semana (30 e 31/7), em São Paulo. O tratamento consiste na aplicação subcutânea do anidro carbônico, logo abaixo da derme, induzindo a vasodilatação com consequente aumento do fluxo sanguíneo e oxigenação dos tecidos. Ou seja, o gás carbônico (CO2) é infiltrado no tecido subcutâneo por meio de uma agulha de fino calíbre, para melhorar o aporte sanguíneo e oxigenação dos tecidos.
De acordo com o cirurgião plástico Eduardo Sucupira, do Espaço Médico Integrado, o CO² medicinal é um gás atóxico, amplamente utilizado em medicina e isento de efeitos colaterais. Dependendo do tratamento, são necessárias, em média, 12 sessões divididas em 2 vezes por semana.
As aplicações devem ser feitas apenas por médicos. “Os efeitos podem ser percebidos a partir da sexta aplicação. A pele tem uma melhora no aspecto e há uma redução de alguns centímetros nas medidas”, comenta o médico Eduardo Sucupira, que é membro titular da Sociedade Braileira de Cirurgia Plástica e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, membro efetivo da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, membro da Associação dos ex-alunos do professor Pitanguy e professor de Pós-graduação da Santa Casa de Misericórdia.
Não é necessário fazer repouso, o paciente pode retornar às suas atividades ao fim de cada sessão. |