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Como todo tratamento estético de vanguarda, o preço é astronômico: não sai por menos de 18.000 reais. As primeiras pesquisas sobre o uso de células-tronco para essa finalidade começaram nos anos 90 nos Estados Unidos, onde a terapia ainda é experimental por falta de aprovação da agência regulatória americana, o FDA.
O tratamento pode ser feito também como complemento de outros, como a cirurgia plástica. Os novos fibroblastos rejuvenescem a pele esticada pela plástica. Como se trata de um procedimento recente, sua duração ainda é apenas estimada. Há notícias de estudos americanos de que a melhora da pele dura muitos anos, mas não podemos estimar o prazo de validade porque não temos uma série histórica.
O tratamento de reposição de fibroblastos a partir de cultura prévia é, portanto realizado com tecido do próprio paciente, sendo considerado como um enxerto autólogo. É um método que se propõe a contribuir com o preenchimento cutâneo além de funcionar como reparação residual. Já existem estudos clínicos que demonstram a eficácia do método. Esta nova terapia já se incorporou ao nosso arsenal de terapias, a disposição de todos os brasileiros. |